Poema semiótico e visual, para ser visto antes de ser lido.
O Poema Processo ocorreu no Brasil entre 1967 e 1972.
O movimento artístico conhecido como Poema Processo ocorreu no Brasil entre 1967 e 1972, durante a Ditadura Militar, nas cidades do Rio de Janeiro e Natal. Fundado por poetas como Wlademir Dias Pino, Moacy Cirne, Neide de Sá e Álvaro de Sá, o objetivo era inovar a forma de fazer poesia através de uma linguagem revolucionária, explorando principalmente os poemas visuais.
Diferente da Poesia Concreta , o poema Processo rejeitava o uso das palavras como ferramenta principal, incorporando símbolos e signos visuais em suas produções. Mediado por figuras geométricas, perfurações no papel e gráficos, o poema Processo era considerado um poema semiótico e visual, para ser visto antes de ser lido.
O movimento também se destacou por sua postura contra a estrutura tradicional da poesia e do academicismo. Principais características incluem linguagem não verbal, espírito inovador e experimental, uso de símbolos visuais e encorajamento à participação do leitor na criação do poema . Entre os representantes do Poema Processo no Brasil estão Moacy Cirne, Neide Dias de Sá, Álvaro de Sá, Ariel Tecla, entre outros. Um exemplo de poema processo é o “Poema da Picotagem” de Moacy Cirne, que convida o leitor a interagir e criar possibilidades formais novas a cada parte picotada. Encontre aqui
Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e
editor, foi também declamador, palestrante e
divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.