Literatura e Autores

Poesia-Práxis

Jogos de palavras e experimentações poéticas.

A criatividade e a crítica em oposição ao formalismo concretista.

A Poesia-Práxis foi um movimento literário fundado por Mário Chamie.

A Poesia-Práxis foi um movimento literário fundado por Mário Chamie, chamado de “vanguarda velha” em oposição ao concretismo (Poesia Concreta). Em 1962, surgiu com a publicação do livro “Lavra-Lavra”, que trazia uma nova estética poética baseada no jogo sonoro, visual e semântico. Os poetas desse movimento valorizavam a “palavra-energia” e criticavam o formalismo concretista (Poesia Concreta) , promovendo uma atitude crítica e criativa.

A Revista Práxis foi importante na divulgação desses ideais, com colaboradores como Cassiano Ricardo e José Guilherme Merquior. A produção poética da poesia-Práxis buscava múltiplas interpretações, rejeitava o formalismo e valorizava o conteúdo em detrimento da forma. Também se destacava pela poesia visual e social.

Mário Chamie, precursor da poesia-Práxis, foi um poeta brasileiro engajado em temas sociais e políticos. Cassiano Ricardo, outro representante do movimento, era jornalista e poeta de vanguarda. Ambos produziram obras significativas, como “Jeremias sem-chorar” e “Rotação”.

Exemplos de poemas de Chamie e Ricardo exemplificam a proposta da Poesia-Práxis, com jogos de palavras e experimentações poéticas. Chamie faleceu em 2011, deixando um legado literário traduzido em várias línguas. Ricardo, que fez parte da Semana de Arte Moderna, teve sua obra reconhecida com o Prêmio Jorge Lima.

A Poesia-Práxis trouxe uma nova abordagem poética, valorizando a criatividade e a crítica em oposição ao formalismo concretista(Poesia Concreta). Com autores como Chamie e Ricardo, o movimento deixou um legado na Literatura brasileira, marcado pela inovação e pela experimentação poética. Encontre aqui

luizbucalon



Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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