Literatura e Autores

Paulo Leminski

“No fundo, no fundo, bem lá no fundo, a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto”.

Humor, ironia, trocadilhos e elementos da cultura popular.

Poeta, escritor, tradutor, professor e crítico modernista.

Paulo Leminski foi um poeta, escritor, tradutor, professor e crítico modernista (Modernismo) brasileiro conhecido por sua poesia sem compromisso e pela obra Catatau, marcada por um experimentalismo linguístico (linguagem) e narrativo exacerbado. Nasceu em 1944 em Curitiba, no Paraná, e teve contato com a literatura desde a infância. Estudou no Mosteiro de São Bento e teve que sair de lá por questões disciplinares. Participou ativamente do movimento da Poesia Concreta e trabalhou como professor, crítico literário e tradutor.

Leminski era fascinado pela cultura japonesa e pelo zen-budismo, sendo faixa preta em caratê. Escreveu biografias e poesia , além de letras de músicas. Casou-se com Alice Ruiz e teve três filhos antes de falecer em 1989. Características de sua obra incluem humor, ironia, trocadilhos, elementos da cultura popular e influências do zen-budismo e da Poesia Marginal.

Suas principais obras incluem diversos livros de , romances como Catatau e “Agora é que são elas”, biografias e livros para o público infantojuvenil. Seus poemas seguem suas características marcantes, como o uso criativo da (linguagem). Alguns exemplos de poemas de Leminski são “Razão de ser”, “Desencontrários”, “Erra uma vez” e “Enchantagem”.

Além disso, Leminski deixou frases marcantes como “Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além”, “Viver é super difícil, o mais fundo está sempre na superfície” e “No fundo, no fundo, bem lá no fundo, a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto”. Seu estilo único e sua contribuição para a poesia brasileira o tornam uma figura importante na história literária (Literatura) do Brasil. Encontre aqui

luizbucalon

Consultoria e aprofundamento no assunto clic no WhatsApp acima



Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *