Literatura e Autores

Mário Quintana

Linguagem simples e reflexiva sobre a existência humana e a passagem do tempo.

A poética revelando sentimentos humanos.

“Rua dos Cataventos”, “Canções” e “Apontamentos de história sobrenatural”.

Mario Quintana é um renomado poeta brasileiro, cujos poemas apresentam uma linguagem simples, porém extremamente poética e reveladora dos sentimentos humanos. Como pertencente à segunda geração do Modernismo , sua obra é marcada por uma dinamicidade de aspectos que dificulta categorizá-lo em uma única característica.

Nascido em Alegrete, Rio Grande do Sul, em 1906, Mario Quintana iniciou sua carreira no jornalismo em 1929, colaborando com o jornal O Estado do Rio Grande. Além de poeta, ele era tradutor e jornalista, tendo também trabalhado no jornal Correio do Povo a partir de 1953. Sua produção poética inclui obras como “A Rua dos Cataventos” e “Canções”, onde expressa uma liberdade formal marcante.

Ao longo de sua vida, Quintana se dedicou intensamente à tradução, vertendo para o português mais de 130 obras, incluindo renomados romances como “Em busca do tempo perdido” de Marcel Proust. Em 1980, foi agraciado com o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra, apesar de nunca ter sido eleito membro da academia.

O estilo literário de Mario Quintana é diversificado, incluindo Sonetos , poemas de versos livres, poemas em prosa e uma tendência ao humor. Sua linguagem simples e coloquial reflete temáticas ligadas à reflexão sobre a existência humana e a passagem do tempo. Além de sua obra poética, ele também escreveu livros infantis, como “O batalhão das letras” e “Pé de pilão”.

Quintana faleceu em 1994, em Porto Alegre, após uma vida muito simples que incluiu um tempo vivendo em um quarto de hotel, hoje transformado em um centro cultural em sua homenagem. Entre suas obras mais conhecidas destacam-se “Rua dos Cataventos”, “Canções” e “Apontamentos de história sobrenatural”. Seu legado literário inclui frases marcantes, como “Sonhar é acordar-se para dentro” e “Não faças da tua vida um rascunho. Poderás não ter tempo de passá-la a limpo”. Mario Quintana, com sua poesia única e reflexiva, continua a encantar leitores com sua visão sensível do mundo. Encontre aqui

luizbucalon


Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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