Literatura e Autores

Paula Brito

Um dos principais articuladores do mercado editorial no Brasil.

Defensor da igualdade racial e dos direitos civis .

Publicou obras de Casimiro de Abreu, José de Alencar e Machado de Assis.

Durante a Regência no Brasil, os brasileiros estavam divididos entre os Farroupilhas e os Caramurus, representando interesses urbanos e a volta de D. Pedro I ao poder, respectivamente. Rebeliões organizadas por escravos também ocorreram, como a Revolta dos Carrancas, dos Malês e de Manuel Congo. Nesse período, a Tipografia Fluminense de Brito & Cia. serviu como ponto de encontro de intelectuais e políticos, onde os conflitos políticos cediam lugar à Literatura e à arte. Francisco de Paula Brito, um homem negro e de origem modesta, foi pioneiro no mercado literário brasileiro como tipógrafo, editor e poeta, associado ao Movimento Romântico (Romantismo) e reunindo escritores renomados em sua livraria.

Paula Brito destacava-se por sua posição contrária à escravidão e pela defesa da igualdade racial, publicando o periódico O Homem de Cor, que posteriormente se tornou O Mulato ou Homem de Cor. Além disso, em 1832, lançou a revista feminina A Mulher do Simplício ou A Fluminense Exaltada. A sua sociedade literária, a Sociedade Petalógica, promovia encontros entre poetas e músicos, incluindo jovens talentos das letras e personalidades de diferentes classes sociais.

Machado de Assis , que teve seu primeiro poema publicado por Paula Brito, foi um ilustre participante da Sociedade Petalógica e se tornou um dos grandes escritores brasileiros. Paula Brito foi um dos principais articuladores do mercado editorial no Brasil, editando jornais como A Mulher do Simplício, A Marmota na Corte, Marmota Fluminense e A Marmota, e publicando obras de renomados escritores brasileiros como Casimiro José Marques de Abreu, José Martiniano de Alencar e Joaquim Maria Machado de Assis . Sua contribuição foi fundamental para a valorização da Literatura e da arte no Brasil, mesmo rompendo barreiras sociais e econômicas. Encontre aqui

luizbucalon



Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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