Literatura e Autores

Rubem Braga

Objetividade, ironia, cotidiano e crítica sociopolítica.

Um dos melhores cronistas do país.

Foi correspondente de guerra durante a Segunda Guerra Mundial.

Rubem Braga foi um escritor brasileiro, conhecido como um dos melhores cronistas do país. Nascido em 12 de janeiro de 1913 em Cachoeiro de Itapemirim, ele iniciou sua carreira no jornalismo ainda adolescente. Embora tenha se formado em Direito, ele não exerceu a profissão, dedicando-se integralmente ao jornalismo e à escrita.

Os textos de Rubem Braga são marcados pela objetividade, ironia e abordagem de elementos do cotidiano e crítica sociopolítica. Ele escreveu diversas crônicas para jornais brasileiros, além de atuar como correspondente de guerra durante a Segunda Guerra Mundial.

O estilo de escrita de Rubem Braga é caracterizado pela reflexão sobre temas universais e pelo uso de uma linguagem simples, coloquial e objetiva. Além disso, suas crônicas são marcadas por ironia, melancolia e um caráter opinativo.

Algumas das obras mais conhecidas de Rubem Braga incluem “O Conde e o Passarinho”, “O Morro do Isolamento” e “As Boas Coisas da Vida”. Ele também recebeu diversos prêmios e homenagens ao longo de sua carreira, incluindo o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.

Rubem Braga faleceu em 19 de dezembro de 1990, após uma batalha contra o câncer de laringe. Antes de sua morte, ele deixou instruções para que suas cinzas fossem lançadas no rio Itapemirim, de forma discreta, sem qualquer cerimônia formal.

Apesar de sua morte, seu legado continua vivo através de suas crônicas e obras literárias, que abordaram temas como solidão, cotidiano, memórias da infância e reflexões de cunho universal. As crônicas de Rubem Braga continuam sendo apreciadas e estudadas, mantendo viva a memória deste renomado escritor brasileiro. Encontre aqui

luizbucalon


Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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