Literatura e Autores

Olavo Bilac

Mitologia greco-romana e fatos da história brasileira.

Perseguição durante a Revolta da Armada.

“Príncipe dos Poetas Brasileiros”.

Olavo Bilac foi um importante poeta, contista e jornalista brasileiro, conhecido por sua participação no Movimento Parnasiano (Parnasianismo), que valorizava o cuidado formal do poema. Nasceu no Rio de Janeiro em 1865 e, apesar de ter tentado seguir carreira na medicina e no direito, dedicou-se à poesia e ao jornalismo.

Bilac colaborou com diversos jornais e revistas ao lado de renomados escritores, como Machado de Assis. Em 1888, lançou seu primeiro livro de poesias, demonstrando sua identificação com o Parnasianismo. Além disso, foi autor do Hino à Bandeira. Leia Via Láctea, de Olavo Bilac.

O poeta também se envolveu em questões políticas, sendo republicano e nacionalista. Criticou o governo de Floriano Peixoto e acabou sendo perseguido durante a Revolta da Armada. Fundador da Academia Brasileira de Letras, Bilac ocupou a cadeira número 15 e foi eleito o primeiro “Príncipe dos Poetas Brasileiros” em 1907.

Sua poesia abordou diversas temáticas, desde cenas da mitologia greco-romana até fatos da história brasileira, sempre com patriotismo. Algumas de suas obras famosas incluem “Delenda Cartago” e “Caçador de Esmeraldas”. Bilac também retratou o amor sob diferentes perspectivas, como material, espiritual e sensual.

Ao longo de sua vida, Olavo Bilac publicou diversos livros de poesia e prosa, como “Sarças de Fogo” e “Alma Inquieta”. Apesar de ser considerado um poeta parnasiano, sua obra muitas vezes apresentava elementos subjetivos e exclamações, o que a distinguia do estilo objetivo característico do movimento.

Olavo Bilac faleceu em 1918, deixando um legado significativo na Literatura brasileira. Sua poesia continua sendo apreciada e estudada até os dias atuais, mantendo viva a memória de um dos grandes nomes da poesia parnasiana no Brasil. Encontre aqui

luizbucalon


Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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