Resenha de Livros

O Internetês, de Jackeline Macedo

A língua portuguesa está em constante evolução.

É concordar que o progresso da comunicação deve acontecer.

A mais nova forma de escrita, o INTERNETÊS.

Este Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresenta a mais nova forma de escrita, o INTERNETÊS. Palavras essas que vêm crescendo drasticamente na sociedade digital. Vale ressaltar a importância de conhecer, se adaptar e utilizar essa modalidade de comunicação para não ficar “perdido no tempo”.
Existem diversas formas de linguagem, porém a língua portuguesa em si, é só uma a qual está em constante evolução. Há algum tempo houve o novo acordo ortográfico, isso fez com que os estudante encontrasse um sério desafio a enfrentar, mas aos poucos pôde-se introduzir no cotidiano e atualmente todos já dominam o padrão das letras.
Mas não parou por aí, ultimamente têm-se encontrado muito na escrita, o INTERNETÊS, verbetes diferenciado, que para quem não conhece acaba sem entender o que está escrito, pois é algo semelhante a siglas e ao tentar interpretar, finda indo a outro rumo que não condiz com o significado do que foi dito. E consequentemente o diálogo também tomará outra direção e supostamente o assunto ficará confuso em relação à escrita.
Entender a linguagem INTERNETÊS, é apoiar a redução de vogais ou consoantes que uma palavra possui, isso pode ser considerado um insulto para a gramática, mas observando por um ângulo diferente; é a solução para o problema que os alunos têm com a escrita. Professores de Língua Portuguesa são obrigados a corrigir os erros ortográficos nas atividades escolares quando se deparam com eventual escrita enquanto a norma culta da língua não aceitar esse modelo de comunicação.
Comunica-se utilizando INTERNETÊS é demonstrar à sociedade que não importa a idade que você se encontra, mas que está sempre atualizado com o que acontece no meio tecnológico. É facilitar para o outro a compreensão da conversa que está acontecendo entre você e a outra pessoa que está do outro lado da conexão. É concordar que o progresso da comunicação deve acontecer, porque dizer algo não é a certeza que alguém irá entender, porém, aliar-se ao meio das novidades acerca da informação é ter a certeza que as pessoas estão compreendendo tudo que está sendo

explicado em poucas palavras. Logo, compreender que o INTERNETÊS vai fomentar o processo de aprendizado dos jovens, os índices de aprovações em redação serão um sucesso. O vício das mídias sociais trouxe o avanço tecnológico e com ele veio o INTERNETÊS, os estudantes não terão mais suas notas bloqueadas por conta das abreviaturas indevidas em seus textos avaliativos. Encontre aqui

Jackeline Macedo

Universidade luterana do Brasil (Ulbra)
Graduação: Letras e literatura
Pós graduação: Literatura brasileira e portuguesa.
Mestrado: ciências da educação (FICS – faculdade interamericana de ciências sociais) Paraguay.

Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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