Literatura e Autores

Manuel Bandeira

Crítico de arte, literatura, música, cinema e artes plásticas.

“A cinza das horas”, seu primeiro livro publicado.

Escritor da primeira geração modernista.

Manuel Bandeira foi um poeta brasileiro da primeira geração modernista (Modernismo), mas sua obra também apresenta influências do Parnasianismo, Simbolismo e concretismo (Poesia Concreta). Ele ocupou a Cadeira 24 da Academia Brasileira de Letras em 1940. Bandeira nasceu em Recife em 1886, mas passou a maior parte de sua vida no Rio de Janeiro. Ele estudou engenharia-arquitetura, mas teve que abandonar os estudos devido a doença. Após se recuperar, Bandeira iniciou sua produção literária, publicando seu primeiro livro de poemas, “A cinza das horas”, em 1917. Ele é conhecido por seus famosos poemas como “Os Sapos” e “Vou-me embora pra Pasárgada”, que expressam elementos do Modernismo brasileiro. Bandeira não participou diretamente da Semana de Arte Moderna de 1922, mas contribuiu para revistas vinculadas ao movimento. Ao longo de sua carreira, Bandeira também foi crítico de arte, Literatura, música, cinema e artes plásticas. Ele faleceu em 1968, deixando um legado importante para a Literatura brasileira. Encontre aqui

luizbucalon




Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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