Declínio no século XIV com o surgimento do humanismo.
Domínio da Igreja Católica e sociedade rural feudal.
Cantigas de amor, de amigo, de escárnio e de maldizer.
O trovadorismo foi um movimento literário marcado pela produção de cantigas líricas e satíricas na Europa entre os séculos XI e XIV. As poesias eram feitas para serem cantadas ao som de instrumentos musicais, como flauta e viola. O autor das cantigas era chamado de “trovador”, enquanto o “jogral” as declamava e o “menestrel” recitava e tocava os instrumentos. Em Portugal, a Cantiga da Ribeirinha é considerada o marco inicial desse movimento, escrita em galego-português por Paio Soares da Taveirós. O trovadorismo teve um declínio no século XIV com o surgimento do Humanismo. O contexto histórico desse movimento era dominado pela Igreja Católica, com uma sociedade rural e autossuficiente no feudalismo. As principais características do trovadorismo incluem a união entre música e poesia, a recitação de poemas com acompanhamento musical e a produção de cantigas líricas e satíricas. Em Portugal, D. Dinis foi um grande incentivador do movimento, junto com outros trovadores como Paio Soares de Taveirós e Martim Codax. As cantigas do trovadorismo se dividem em cantigas de amor, de amigo, de escárnio e de maldizer, abordando temas como amor, sofrimento e críticas políticas e sociais. Os cancioneiros foram os documentos onde as cantigas trovadorescas foram reunidas, como os Cancioneiros da Ajuda, da Biblioteca Nacional de Lisboa e da Vaticana. Encontre aqui
Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e
editor, foi também declamador, palestrante e
divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.
3 Comentários
Marcelo Varella
Parabéns amigo, excelente texto, muito esclarecedor, além de uma aula de história. Muito aprazível de se ler.
Luiz Bucalon
Muito obrigado por sua importante apreciação! Abraços!
Luiz Bucalon
Um grande abraço!