Literatura e Autores

Humanismo

Na decadência do Feudalismo, a burguesia emergiu como uma nova classe social.

Grandes mudanças e avanços no pensamento e na cultura européia.

Do Teocentrismo ao Antropocentrismo, Cientificismo, Racionalidade.

O Humanismo foi um movimento de transição entre a Idade Média e a Idade Moderna, surgindo por volta do século XIV na Europa Ocidental. Com a decadência do Feudalismo, a burguesia emergiu como uma nova classe social, levando ao surgimento de cidades e mudanças sociais e econômicas. A mudança para um poder centralizado nas mãos do rei também foi um aspecto importante, assim como o avanço científico e a quebra da hegemonia da Igreja.

No contexto português, o Humanismo estendeu-se de 1434 a 1527, com destaque para a nomeação de Fernão Lopes como cronista-mor e a volta de Sá de Miranda da Itália, trazendo influências renascentistas. O pensamento religioso passou de uma visão teocêntrica para uma visão antropocêntrica, valorizando o ser humano e rompendo com a influência da Igreja. Houve um resgate das culturas greco-romanas da Antiguidade e um avanço científico significativo.

O Humanismo apresentava características como a transição do Teocentrismo para o Antropocentrismo, o Cientificismo, a Racionalidade, a retomada do modelo clássico das culturas antigas, a busca da beleza e perfeição, a valorização do corpo humano e das emoções. Na literatura, as produções do período mesclavam características medievais e modernas, incluindo a poesia Palaciana, a prosa histórica e ficcional, e o Teatro popular que moralizava e criticava a sociedade.

Os principais autores do Humanismo incluem Fernão Lopes, Gil Vicente, Luís Vaz de Camões , entre outros renomados escritores europeus. O movimento humanista marcou uma transição importante na história da Literatura , influenciando significativamente a forma como a sociedade pensava e se expressava, caracterizando um período de grandes mudanças e avanços no pensamento e na cultura européia. Encontre aqui

luizbucalon

Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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