Minha Poética

Arrastando Passos

O grito silencioso da alma: Uma imersão em “Arrastando Passos”

Quando penso que sou quase mais ou menos, olho pro espelho rachado e percebo que ainda falta muito para o quase.
Não, não venha me pedir para escrever bonitinho, tô de saco cheio de tudo isso. Odeio o bonitinho, o politicamente correto. Aos diabos com o bom gosto, com o bom senso; há odeio a tudo isso!
Fechem a luz, apaguem a porta e limpem essa porra toda….

luizbucalon

Quem nunca se sentiu perdido em um labirinto de emoções conflitantes? A sensação de não ser suficiente, de não se encaixar nos padrões da sociedade, é uma experiência universal. É nesse universo de angústia e busca por identidade que o convidamos a mergulhar em “Arrastando Passos”, de Luiz Bucalon.

Um espelho rachado para a alma

Com uma linguagem crua e visceral, o autor nos apresenta um eu lírico que, ao olhar para o espelho, vê refletida não apenas sua imagem física, mas também suas dúvidas e frustrações. O espelho rachado se torna uma metáfora poderosa para a fragilidade da alma humana e a dificuldade de encontrar a própria identidade em um mundo que exige perfeição.

A raiva como força motriz

A raiva é a protagonista desse texto. Ela é a força motriz que impulsiona o protagonista em sua busca por respostas. Através de uma linguagem direta e impactante, Bucalon nos convida a confrontar nossas próprias emoções, muitas vezes reprimidas e negligenciadas.

Um convite à reflexão

“Arrastando Passos” é mais do que um simples relato de angústia. É um convite à reflexão sobre a condição humana, sobre a busca por significado e sobre a importância de aceitarmos nossas imperfeições. Ao compartilhar suas próprias experiências e dúvidas, o autor nos convida a fazer o mesmo.

E você, já se sentiu assim?

Compartilhe nos comentários suas próprias experiências com a sensação de não ser suficiente. Quais desafios você enfrenta em sua jornada de autoconhecimento?

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Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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