Literatura e Autores

Dadaísmo

Contra os valores culturais da época, privilegia o nonsense e a arte espontânea.

Descrença no progresso social diante da brutalidade da guerra.

O contexto histórico da época influenciou o seu surgimento.

O Dadaísmo foi um movimento de Vanguarda que surgiu na Europa no início do século XX, durante a Primeira Guerra Mundial. Contrário aos valores culturais da época, privilegiou o nonsense e a arte espontânea. Os principais artistas dadaístas foram Hugo Ball, Hans Arp, Tristan Tzara, Marcel Duchamp, Francis Picabia, André Breton, Max Ernst, Hannah Höch e Raoul Hausmann. Eles contestavam a racionalidade e a arte acadêmica, buscando criar obras provocadoras e anárquicas.

O contexto histórico da época também influenciou o surgimento do Dadaísmo, com tensões entre as potências europeias e uma intensa corrida armamentista. Apesar dos avanços tecnológicos, como o telefone e o avião, artistas desacreditavam no progresso social diante da brutalidade da guerra. Assim, surgiram com um espírito questionador e anárquico, criando um movimento radical de oposição.

A palavra “Dadá”, que nomeia o movimento, possui diversos significados contraditórios ou sem sentido, refletindo a essência do Dadaísmo. O movimento se opôs à organização, lógica e valores tradicionais, valorizando a improvisação, a crítica ao capitalismo e ao consumismo, e promovendo um estilo caótico e absurdo. Utilizaram técnicas como a colagem e o ready-made para desafiar os padrões da arte acadêmica.

Os principais artistas dadaístas, como Hugo Ball, Hans Arp, Tristan Tzara, Marcel Duchamp, Francis Picabia, André Breton, Max Ernst, Hannah Höch e Raoul Hausmann, produziram obras provocadoras e inovadoras. Na Literatura, destacaram-se com poemas sonoros e fonéticos, explorando a falta de sentido e a ironia. No Brasil, o Modernismo e o concretismo (Poesia Concreta) foram influenciados pelo Dadaísmo europeu, apresentando características semelhantes em obras que buscavam representar o caos e a subversão.

Assim, o Dadaísmo foi um movimento de Vanguarda que desafiou os valores culturais e estéticos de sua época, promovendo a expressão artística radical e contestadora. Seus artistas abriram caminho para novas formas de criação, influenciando movimentos artísticos posteriores e deixando um legado de provocação e inovação no mundo da arte. Encontre aqui

luizbucalon




Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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