Literatura e Autores

Tomás Antônio Gonzaga

Preso por conspiração e condenado ao degredo.

“Marília de Dirceu”, amor idealizado por Maria Doroteia.

“Tratado de direito natural”, “Cartas chilenas”, e “Marília de Dirceu”.

Tomás Antônio Gonzaga foi um escritor do século XVIII conhecido por sua participação no Arcadismo brasileiro. Sua obra mais famosa é o livro de poesiaMarília de Dirceu“, inspirado por seu amor pela jovem Maria Doroteia Joaquina de Seixas Brandão, também conhecida como Marília de Dirceu.

Nascido em Portugal em 1744, Gonzaga se mudou para o Brasil ainda jovem e estudou Direito na Universidade de Coimbra, tornando-se bacharel em 1768. Apesar de ter a intenção de ser professor, ele acabou se tornando juiz e posteriormente ouvidor-geral em Vila Rica, onde se apaixonou por Maria Doroteia.

No entanto, em 1789, Gonzaga foi acusado de conspiração e preso, sendo posteriormente condenado ao degredo em Moçambique, onde passou o resto de sua vida. Lá, casou-se com Juliana de Sousa Mascarenhas e teve dois filhos, além de se tornar procurador da Coroa e da Fazenda. Faleceu em 1810.

Suas principais obras incluem “Tratado de direito natural” e “Cartas chilenas”, mas é em Marília de Dirceu que seu talento é mais reconhecido. Dividida em três partes, a obra é um exemplo do estilo bucolismo e pastoralismo do Arcadismo brasileiro, com referências greco-latinas e idealização amorosa.

O estilo literário de Tomás Antônio Gonzaga reflete as características do Arcadismo , buscando a tranquilidade e harmonia do campo em contraposição à agitação da cidade. A vida idealizada nas páginas de suas obras destaca a importância do amor, da felicidade e da simplicidade para alcançar a verdadeira realização.

Em resumo, Tomás Antônio Gonzaga foi um importante poeta do Arcadismo brasileiro, cuja obra principal, Marília de Dirceu, retrata seu amor e idealização pela jovem Maria Doroteia. Seu estilo literário reflete as características do movimento, valorizando a natureza, o amor e a busca constante pela paz e harmonia. Encontre aqui

luizbucalon



Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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