Minha Poética
Meus cometimentos poéticos. Análise literária e notas do autor.
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Amor à multidão
Amo a multidão
É minha máscara
Nela posso ser qualquer um
Um dentista gordo
Um treinador de galinhas
Um andarilho suarento
Um santo coletivo
A multidão é um manto escuro e móvel.
lcbucalon -
Cadê o meu rosto?
Esse não é o meu rosto
Cadê o meu rosto?
O meu rosto era aquele que as mulheres tocavam com gentileza nas noites perdidas no tempo da memória
Sim, há dois tempos: o do relógio quebrado e o da memória
Um, o tic pra frente
O outro, o tac pra trás.
lcbucalon -
Lembrar
A lembrança é uma doença degenerativa A lembrança mata as pessoasAs más lembranças referem as feridas que pareciam fechadasE as boas… as boas machucam pela distância.
lcbucalon
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Divagando na Madrugada
Na noite de Bagé-RS -
Amor Efêmero, de Luiz Bucalon
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Efemeridade
O tempo, é qual uma represa outrora aberta, vai tomando os espaços, minando os alicerces.
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Não existem facas no ar, de Luiz Bucalon
O Muro que Nos Separa: Uma Reflexão sobre Isolamento e Cura
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Arrastando Passos
O grito silencioso da alma: Uma imersão em “Arrastando Passos”
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Poemetos na veia, de Luiz Bucalon
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Poemetos da carne, de Luiz Bucalon