Literatura e Autores

Castro Alves

Simpatia pelos negros e repúdio à escravidão.

Defensor da liberdade e igualdade no país.

Ele previa a queda da Coroa com a abolição.

Castro Alves foi um importante poeta brasileiro, nascido em 1847 na Bahia. Filho de um médico e de uma descendente de heróis da independência baiana, Castro Alves perdeu sua mãe aos 12 anos e foi criado por uma mucama, o que o fez desenvolver simpatia pelos negros e repúdio à escravidão. Apaixonado por poesia desde jovem, ele foi influenciado por escritores como Victor Hugo e adotou o tema da abolição da escravatura em muitos de seus versos.

Castro Alves estudou Direito no Recife e se envolveu com o movimento abolicionista, fundando uma sociedade com outros abolicionistas. Em sua vida pessoal, ele se casou com a atriz Eugênia Infante da Câmara, que abandonou a carreira para ficar com ele. Porém, o relacionamento dos dois era marcado por ciúmes e conflitos.

Em São Paulo, Castro Alves escreveu muitos de seus poemas famosos, como “O Navio Negreiro” e “Vozes d’África”, nos quais expressava sua visão sobre a escravidão e sua esperança pela libertação dos negros. Ele também criticava a monarquia por tolerar a escravidão e previa a queda da Coroa com a abolição.

No entanto, a saúde de Castro Alves era frágil, e ele sofria de tuberculose. Em 1869, ele teve seu pé amputado devido a complicações de um acidente enquanto caçava. Abandonado por Eugênia, ele passou seus últimos dias lutando contra a doença e defendendo suas causas.

Castro Alves faleceu em julho de 1871, sem testemunhar a abolição da escravatura no Brasil, que só ocorreu em 1888. Seus escritos foram publicados após sua morte e ele é lembrado como o “poeta dos escravos” e um dos grandes defensores da liberdade e igualdade no país. Sua poesia influenciou gerações posteriores de escritores e continuou a inspirar a luta contra injustiças e desigualdades. Leia Poesia social. Encontre aqui

luizbucalon





Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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