-
Na calma tarde, de Marcelo Varella
Na calma tarde do silêncio,
Não acho graça, nem gracejo,
Posso sorrir, posso chorar,
Nada já, me traz alento. -
MEMÓRIAS, de Emília Silva
Há minhas memórias, quando paro para lembrarSempre fico a pensar
As vezes cai uma lágrima do olhar
Quando lembro de momentos ruins a passar -
Efemeridade
O tempo, é qual uma represa outrora aberta, vai tomando os espaços, minando os alicerces.
-
Regados de lágrimas, de Rosa Pereira
-
Quantos eus há em mim, de Gediel Pinheiro de Sousa
-
Dramas do ciúme, de Gediel Pinheiro de Sousa
-
Efêmeros, de Marcelo Varella
-
Poemetos de céu, de Luiz Bucalon
-
Hino Poético, de Rosa Pereira
-
Origami, de Fernando Dezena