Resumo
Arcaísmo refere-se ao uso de palavras ou expressões obsoletas na linguagem, podendo ser linguístico ou literário. Enquanto na gramática normativa brasileira é considerado um erro, na prática, pode não comprometer a comunicação se ambos os interlocutores compreenderem. Os arcaísmos podem ser classificados como linguísticos, como “ceroula” e “alcaide”, ou literários, utilizados de forma intencional em obras para conferir sofisticação.
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Diferentemente do neologismo, que renova a língua, o uso excessivo de arcaísmos pode indicar falta de atualização vocabular. Utilizar expressões atuais torna a comunicação mais acessível e dinâmica. É importante recorrer ao dicionário para compreender palavras antigas. Como disse Mario Quintana, algumas palavras são esquecidas, mas ainda aparecem de forma desajeitada em discursos formais.
No geral, é essencial equilibrar o uso de arcaísmos e expressões contemporâneas para garantir uma comunicação eficaz e fluida. Ao compreender as diferenças entre arcaísmo e neologismo, é possível enriquecer o vocabulário e adaptar a linguagem às necessidades do contexto atual.
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Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e
editor, foi também declamador, palestrante e
divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.