Minha Poética

O Chamado do Horizonte, de Luiz Bucalon

Reflexões sobre o Poder do Caminho e o Mistério do Porvir

Espaço-Tempo

Uma estrada e até mesmo um caminho ainda não trilhado – se é que pode haver caminho ainda não trilhado, já que o caminho se faz ao caminhar – nos tenta a seguir sempre mais um pouquinho além. É um poder hipnotizante; um fechar-se e um abrir-se, um vestir-se e um despir-se. O caminho até então velado desvela-se a cada passo. A curiosidade para saber o que poderá haver além da próxima curva, atrás daquela árvore, numa clareira mais adiante…

Esta é a magia e o mistério implícito na natureza das estradas e caminhos: o porvir… O que estará ainda por vir?

Talvez arrastado por essa invisível força eu tenha passado meus dias; sempre procurando por algo ou buscando por alguém que desavidamente caminhe pelo dia seguinte ali depois da curva do hoje.”

luizbucalon

Reflexões:

Este texto nos leva a refletir sobre o poder do caminho e o mistério do porvir. A estrada e o caminho representam a jornada da vida, cheia de descobertas e surpresas.

Perguntas ao Leitor:

— Você já se sentiu atraído pelo desconhecido, pelo que está além do horizonte?
— Qual é o papel da curiosidade em nossa jornada de vida?
— Como podemos equilibrar a busca pelo novo com a apreciação do presente?

Análise:

O texto explora a ideia de que o caminho se faz ao caminhar, sugerindo que o destino não é fixo, mas sim uma construção contínua. A invisível força que nos atrai para frente é um mistério que nos inspira a refletir sobre o propósito e o significado da vida.

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Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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