Redação e Linguística

O que é ambiguidade e polissemia?

Resumo

A ambiguidade está presente na semântica e na estilística da linguagem, envolvendo a duplicidade de sentidos em um texto. Pode ocorrer de duas formas: como um recurso de construção, comum em textos humorísticos, e como um problema de construção, resultante de uma má organização das ideias. Ao contrário da polissemia, a ambiguidade compromete a compreensão mesmo em um contexto bem definido.

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A ambiguidade pode se apresentar de diferentes maneiras, como o uso indevido de pronomes possessivos, a colocação inadequada de palavras e a falta de organização das ideias. É importante distingui-la da polissemia, em que as palavras têm vários significados claros e são determinados pelo contexto.

A ambiguidade pode ser intencional, usada como recurso expressivo, ou não intencional, resultado de uma falha na organização do texto. Exemplos incluem frases como “João pediu a Carlos para pegar seus livros” e “a mulher nervosa reclamou da demora no atendimento”. Em ambas, a ambiguidade surge do uso inadequado de palavras e pronomes.

Em contraste com a polissemia, em que as palavras têm múltiplos significados conhecidos e claros, a ambiguidade pode ser usada de forma proposital ou resultar de equívocos na construção do texto. Exemplos cotidianos incluem questões como “Alguém viu o cachorro do meu irmão?” e “Vi o amigo dançando”. É importante compreender a diferença entre ambiguidade e polissemia para evitar confusões na interpretação de textos.

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Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e editor, foi também declamador, palestrante e divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.

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