O vídeo “O que fazem as mágoas” nos apresenta uma reflexão profunda sobre os impactos emocionais e físicos das mágoas, rancores e ressentimentos. O autor nos convida a entender como essas emoções negativas podem se tornar verdadeiros “cânceres da alma”.
A mágoa como um ser vivo Uma das ideias mais impactantes do vídeo é a comparação da mágoa a um ser vivo. O autor sugere que a mágoa se alimenta da nossa energia, cresce e se multiplica, causando danos cada vez maiores. Essa metáfora nos ajuda a compreender como essas emoções negativas podem se tornar dominantes em nossas vidas, afetando nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos.
A importância do perdão
O autor enfatiza a importância do perdão como uma forma de libertação emocional. Perdoar não significa esquecer o que aconteceu, mas sim deixar de carregar o peso da mágoa. Ao perdoar, libertamos a nós mesmos e aos outros, permitindo que a cura emocional possa acontecer.
Perguntas para reflexão:
— Você já experimentou os efeitos negativos das mágoas em sua vida? — Como você lida com as mágoas e ressentimentos? — O que te impede de perdoar? — Como você pode praticar o perdão em sua vida?
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Luiz Carlos Bucalon, nasceu em 12 de março de 1964, na cidade de Maringá-Pr. Em 1980, lançou, em edição independente, o seu primeiro livro de poemas, "Câncer Amigo". Seguiu escrevendo poemas, crônicas, contos, ensaios, teatro, humor, biobibliografias e romance. Foram trinta e quatro títulos publicados, pelo então poeta marginal -- contemporâneo a Paulo Leminnski e outros expoentes. Bucalon, além de escritor e
editor, foi também declamador, palestrante e
divulgador de sua própria obra, de cidade em cidade, no Brasil e na Argentina. Seu mais recente livro, "Só Dói Quando Respiro", de poemas, é de 2021, publicado digitalmente em formato e-book. Obras (muitas também em espanhol) - Poemas: Câncer Amigo, A Palavra é um Ser Vivo, A Corsária e o Vento Santo, Roda Viva, Madá Madalena, Novas Asas, Um Lapso no Tempo, Uma que não vejo, Outra que não toco, Poema a Quatro Mãos (com Nice Vasconcelos), Escrever é coisa de louco, Bailarina Madrugada, Poeta de Ruas e Bares, Poemarte, Na Barra de Santos, Era eu naquele quadro, A Rosa e o Espinho, Dia Noite e Chuva Por onde Andaluzia, Poeta Cigano, Rodoviárias São Corredores, A poesia diz rimada, Poesia Presa no Espelho, Poema se faz ao poemar Poesia líquida é música. - Romance, conto, teatro, ensaio, crônica: Em Busca do Amor, Lânguida e Felina, O Globalicídio Brasileiro, A Semente do Milagre, Mártires da Imortalidade, A vida entre outras coisas, A Praça da República, O Banco da Praça, Ali Naquele Bar. Saiba na página Home.